O “Alien Registration Number” (A-Number) é o identificador único que o governo dos EUA usa no seu histórico imigratório. Nem todo titular de H-1B tem um; quando existe, ele aparece em documentos do USCIS como Green Card, EAD ou Notice of Action.
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Em geral, os titulares do visto H-1B não têm acesso a programas públicos de saúde, como o Medicaid, voltados a cidadãos e residentes permanentes elegíveis. A cobertura costuma vir de planos privados de saúde, muitas vezes oferecidos pelo empregador que patrocina o visto.
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No H-1B, 'benching' é ficar sem projeto mas ainda vinculado ao empregador. Não há penalidade apenas por isso se o salário acordado continua sendo pago; o problema surge quando o empregador deixa de pagar, o que pode violar a LCA.
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O Premium Processing é um serviço opcional do USCIS que acelera a análise de uma petição elegível do H-1B. Ele é pedido por petição, junto do respectivo protocolo: cada nova petição pode ter a sua solicitação, e ela não passa de um processo para outro.
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Sim. O H-1B tem duas cotas: a “regular cap”, para o público geral, e a “advanced degree cap”, para quem tem mestrado ou grau superior obtido nos EUA. Quem não é sorteado na de diploma avançado ainda pode concorrer na geral.
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Depende de onde o cônjuge está. Quem já vive nos EUA em status H4 usa o Formulário I-539 para estender ou mudar de status; quem está fora do país solicita o visto H4 em um consulado, sem o I-539.
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Em geral, sim. No H-1B, muitos bancos deixam abrir conta antes do SSN, aceitando documentos como passaporte, o visto e, às vezes, o ITIN. Como os critérios variam, confirme as exigências direto com a instituição.
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O FICA tax (Federal Insurance Contributions Act) é um imposto federal descontado na folha de pagamento nos EUA para financiar a Previdência (Social Security) e o Medicare; quem trabalha com visto H-1B em regra está sujeito a ele.
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Sim. Ter a petição H-1B aprovada não obriga você a viajar nem a usá-la de imediato. Mas o status só se ativa quando você é admitido e começa a trabalhar nos EUA; a aprovação, sozinha, não garante direito permanente ao visto.
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Não há restrição direta de cidade ou estado no H-1B. O visto, porém, está vinculado ao local de trabalho informado na petição, então mudanças significativas de localização costumam exigir uma petição revisada.
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Em geral, sim: dá para ir a entrevistas com o B-2, pois prospectar vagas não é trabalhar. O que não pode é começar a atividade remunerada sem autorização; para assumir a vaga, é preciso mudar para um visto de trabalho, como o H-1B.
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O I-94 é o registro oficial da sua entrada e do prazo de permanência autorizado nos EUA. Mantê-lo correto comprova que você está dentro dos termos do H-1B; erros nele podem travar renovações, transferências e extensões de status.
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Troca de cargo pode afetar a renovação do H-1B. Ajustes pequenos no mesmo empregador costumam permitir renovação normal; já mudanças relevantes de função, salário ou condições geralmente exigem uma petição modificada ao USCIS.
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Em regra, o cônjuge em status H4 pode estudar nos EUA, inclusive fazer intercâmbio ou se matricular em instituições de ensino, sem precisar mudar para o visto F-1. Ainda assim, vale conferir as regras específicas de cada programa.
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A aprovação da petição pelo USCIS e a concessão do visto no consulado são etapas distintas e avaliadas de forma independente. Por isso, mesmo com a petição aprovada, o oficial consular pode negar o visto H-1B.
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Em regra, não. Certas taxas obrigatórias da petição de H-1B são, por regra, responsabilidade do empregador e não podem ser repassadas a você. Outros custos, como honorários de advogado, podem ser negociados. Confirme os detalhes no USCIS.
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Não. No H-1B, a experiência não precisa ser comprovada só com contratos de trabalho. Cartas de recomendação, declarações de empregadores anteriores e currículos detalhados, entre outros documentos, também servem.
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Em regra, não sem atualizar a papelada. O H-1B vale para uma função, um empregador e um local ligados à petição aprovada. Mudar de local costuma exigir uma petição emendada ao USCIS; atuar em outro lugar sem isso pode gerar problemas de conformidade.
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O Master’s Cap é uma parcela adicional de vagas do H-1B reservada a quem tem mestrado ou grau superior de instituição dos EUA. Esses candidatos concorrem primeiro a essas vagas e, se não selecionados, seguem no sorteio geral.
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Sim. A aprovação do Formulário I-797 confirma que a petição do H-1B foi aceita, mas não garante o visto: o consulado ainda avalia a documentação e a entrevista e pode negar se algum critério de elegibilidade não for atendido.
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Sim. No processo do H-1B, o sobrenome deve ser transcrito exatamente como aparece no passaporte, com a mesma grafia em todos os formulários e documentos, para evitar dúvidas de identidade e atrasos na análise.
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“Cursory denial” é a negativa rápida e preliminar de um pedido de H-1B, a partir de uma análise sumária que detecta erros evidentes na documentação. Não significa exame a fundo do caso, mas que, de início, ele não cumpriu critérios básicos.
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“Continuation of previously approved employment” é quando uma nova petição H-1B se apoia em uma autorização de trabalho já aprovada pelo USCIS, sem recomeçar a análise do zero, como em pedidos de extensão ou alteração de status.
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Não. No H-1B, certas taxas obrigatórias do processo são responsabilidade legal do empregador e não podem ser repassadas ao profissional. Outros custos podem ser negociados, mas as taxas reguladas pelo governo cabem à empresa.
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O visto H-1B não exige, por lei, que o beneficiário tenha seguro de saúde. Ainda assim, diante dos altos custos médicos nos EUA, manter uma cobertura adequada é uma medida prudente e muito recomendada.
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Em geral não é o caminho. Após a demissão, o titular de H-1B tem um período de carência para se recolocar ou mudar de status, mas o B-1/B-2 é só para negócios ou turismo, não autoriza trabalho nem procura de emprego.
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Employer's attestation é a declaração formal em que o empregador confirma as informações da vaga oferecida no H-1B, como a natureza especializada do cargo, a remuneração compatível com o mercado e o respeito às condições de trabalho exigidas.
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O visto H-1B não fixa um número mínimo de anos de experiência. O que importa é comprovar qualificação adequada para o cargo especializado, por formação na área ou por experiência prática equivalente, avaliada caso a caso.
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O “Schedule A” é uma lista do DOL (Departamento do Trabalho) com ocupações em que se presume não haver mão de obra americana disponível, o que dispensa o teste de mercado e agiliza a certificação de emprego.
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O processamento do LCA pelo Departamento do Trabalho dos EUA costuma ser uma das etapas mais rápidas do H-1B, mas não há prazo fixo garantido e ele varia conforme a demanda do órgão. Confirme o tempo atual na fonte oficial.
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O carimbo do visto costuma ser colado no passaporte poucos dias após a entrevista aprovada, mas o prazo varia conforme o consulado e um eventual processamento administrativo. Planeje a viagem com folga e confirme o prazo no próprio consulado.
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Nem sempre. O H-1B é para ocupações especializadas e avalia a qualificação educacional para a função; um diploma na área relacionada costuma atender à exigência, e a experiência prática entra conforme o cargo e o empregador.
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Em geral, não. Para o H-1B você não abre um Background Check por conta própria no FBI: a checagem de antecedentes é feita pelo próprio governo (DHS e USCIS), que coleta seus dados biométricos e os compara com registros oficiais.
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O visto H-1B costuma pedir formação de nível superior na área da vaga, em geral um diploma de bacharel, mas experiência especializada pode valer como equivalente. Essa equivalência é avaliada caso a caso pelo USCIS conforme a documentação apresentada.
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O dual intent (dupla intenção) permite ao titular do H-1B trabalhar de forma temporária nos EUA e, ao mesmo tempo, buscar a residência permanente no futuro, sem que essa intenção prejudique o status atual.
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O formulário I-129 é a petição que o empregador apresenta ao USCIS para pedir um trabalhador estrangeiro em categorias temporárias, como o H-1B. Nele, a empresa mostra a vaga, os termos do emprego e a qualificação do profissional.
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O U.S. Master's Cap é uma reserva dentro do H-1B para quem tem mestrado ou grau superior obtido nos EUA. Ele dá uma chance extra na seleção: o candidato concorre primeiro a essa cota especial e, se não for escolhido, ainda entra no sorteio geral.
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Sim. Quem define até quando você pode ficar nos EUA é o I-94, não o visto: o visto serve para entrar e o I-94 marca a estadia autorizada. Com o visto H-1B vencido mas o I-94 válido, você mantém o status legal, mas precisa de visto válido para reentrar se viajar.
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Não. O cap gap é uma extensão automática de status para estudantes F-1 em OPT com petição de H-1B aceita; ele não se aplica ao visto M-1, que tem regras próprias e não conta com essa ponte de transição.
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Specialty occupation é a categoria de cargo que sustenta o visto H-1B: uma função que exige conhecimento teórico e prático especializado, do tipo normalmente ligado a uma formação superior específica na área de atuação.
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A company support letter é a carta que o empregador patrocinador escreve na petição H-1B para confirmar a oferta de emprego. Ela descreve o cargo, as qualificações e como o perfil do candidato atende às necessidades da empresa.
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Sim. O visto carimbado serve apenas para entrar nos EUA; a permanência e o trabalho dependem do status, refletido no I-797 e no I-94. Com eles válidos, você segue regular mesmo com o visto vencido, mas precisa de novo visto para reentrar se viajar.
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No visto H-1B, o documento acadêmico principal costuma ser o diploma, mas o histórico de notas pode ser pedido para complementar a análise ou avaliar a equivalência da sua formação. Como a exigência varia, tenha os dois em mãos e confirme na fonte oficial.
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Às vezes. O cônjuge com visto H4 pode obter autorização de trabalho (EAD) nos EUA, mas não é automático: depende de o titular do H-1B já ter avançado a certas etapas do processo de green card baseado em emprego. Confirme as regras atuais no USCIS.
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Não. O H-1B não exige teste de mercado de trabalho para provar que faltam candidatos americanos. Em vez disso, o empregador apresenta a Labor Condition Application (LCA), atestando salário compatível e condições equivalentes às dos trabalhadores locais.
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Em regra, não. No H-1B, salário e jornada constam da petição aprovada e sustentam seu status; reduzi-los costuma ser uma alteração material, que exige nova certificação do Departamento do Trabalho e emenda ao USCIS antes de valer.
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Não há prazo mínimo de espera. Assim que o casamento é legal e válido, o cônjuge do titular de H-1B já pode pedir o visto H4. O que importa é comprovar o vínculo, seja por ajuste de status nos EUA ou por via consular.
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Não. O H-1B não exige prova de inglês como IELTS ou TOEFL. Ainda assim, empregadores costumam avaliar a proficiência durante as entrevistas, já que uma boa comunicação é essencial no dia a dia da função especializada.
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O USCIS A-Number (Alien Registration Number) é o identificador único que o USCIS dá a quem entra no sistema de imigração dos EUA. O Department of State (DOS) Case ID identifica o processo de visto no consulado, comum em casos de H-1B.
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A biometric services fee é a taxa que cobre a coleta e a análise dos seus dados biométricos, como impressões digitais e foto, usados pelo USCIS para confirmar identidade e fazer verificações de antecedentes em processos de imigração.
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