Demografia da Dakota do Norte: brancos majoritários, com nativos americanos e refugiados
Cerca de 84% branca, 5% nativa americana (segunda maior proporção depois do Alasca), com hispânicos e refugiados em crescimento.
A Dakota do Norte é majoritariamente branca, em sua maioria descendentes de imigrantes alemães (especialmente da Rússia), noruegueses, suecos e finlandeses que chegaram entre 1880 e 1920. Sobrenomes terminados em -son (Anderson, Olson, Johnson) e -berg são comuns. A tradição germano-russa (de menonitas e luteranos) deixou marcas na culinária e nos festivais.
A população nativa americana é a segunda maior em proporção entre os estados dos EUA, depois do Alasca. Há cinco reservas no estado, incluindo Standing Rock (que ganhou destaque internacional pelo protesto contra o oleoduto Dakota Access em 2016), Spirit Lake e Three Affiliated Tribes (MHA Nation). Comunidades Lakota, Dakota, Ojibwe e outras vivem nessas terras.
Hispânicos cresceram bastante com o boom do petróleo, especialmente em Williston e Dickinson. Refugiados, principalmente da Somália, Sudão do Sul, Butão e Iraque, foram reassentados em Fargo e Grand Forks, criando comunidades visíveis. Brasileiros são raros, geralmente em Fargo ou ligados à universidade. Há pequena comunidade de imigrantes da África Ocidental em Bismarck e Fargo.
- Inglês
- Espanhol
- Línguas nativas (Lakota, Dakota, Ojibwe)
- Somali (em Fargo)
- Árabe
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- Cristã (luterana e católica)
- Luterana (forte herança escandinava e alemã)
- Católica
- Sem religião (minoria)
- Tradições espirituais nativas (Sioux, Ojibwe)
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