Quem mora em Fargo: maioria branca com refugiados de várias origens
A cidade tem maioria de descendência alemã e escandinava, mas recebeu refugiados da Bósnia, Somália, Sudão, Iraque, Butão e Congo. Isso transformou o perfil cultural nas últimas duas décadas.
Historicamente, Fargo é uma cidade do chamado American Heartland, com fortes raízes alemãs, norueguesas e suecas. O sobrenome Anderson, Johnson ou Olson é tão comum quanto Silva no Brasil. Essa identidade ainda pesa em festivais, igrejas luteranas e na própria comida.
Desde os anos 1990, Fargo virou centro de reassentamento de refugiados graças ao trabalho da Lutheran Social Services. Por isso, em mercados como Asian Foods e em bairros do norte da cidade se ouve somali, bósnio, árabe, nepalês e suaíli. A comunidade latina também cresceu, sobretudo mexicana, e há um pequeno núcleo brasileiro espalhado, ligado em geral a estudos na NDSU.
A população é jovem por causa da universidade e do hospital. É comum ver estudantes de outras partes do estado, do Minnesota rural e até do exterior, vindos para cursos de engenharia, agricultura e ciências da saúde. A faixa dos 20 aos 35 anos é proporcionalmente alta para uma cidade do interior.
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