Quem mora em Bismarck: maioria branca, presença nativa americana e novos imigrantes
A população de Bismarck é predominantemente branca, com forte herança alemã e norueguesa. As nações indígenas da região têm presença histórica, e refugiados e latinos vêm crescendo nos últimos anos.
Bismarck nasceu como cidade ferroviária do final do século XIX e mantém a marca da imigração alemã, sueca, norueguesa e ucraniana. Sobrenomes terminados em sen e son aparecem em toda escola e empresa. A culinária local segue essa raiz: knoephla, kuchen, fleischkuekle e bratwurst são parte do dia a dia.
A presença dos povos indígenas é significativa, com membros das nações Mandan, Hidatsa, Arikara e Standing Rock Sioux vivendo em Bismarck e arredores. Há eventos culturais como o United Tribes International Powwow, que reúne tribos de várias regiões. Compreender essa parte do estado ajuda a entender a cidade.
Recém-chegados refugiados, sobretudo do Butão, Congo, Somália e Ucrânia, foram reassentados pela região nas últimas décadas. A comunidade hispana cresce com mexicanos e venezuelanos atraídos por empregos em saúde, agricultura e construção. Brasileiros são raros e dispersos. A população é mais velha do que em Fargo, embora ainda dentro da média estadual.
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