Quem mora em Williston: trabalhadores do petróleo de origem variada
A população é majoritariamente branca, com raízes escandinavas e alemãs. O boom do petróleo trouxe trabalhadores de outros estados e de outros países, criando mix mais diverso do que se esperaria.
A base histórica é a típica do oeste de Dakota do Norte: descendentes de noruegueses, suecos, alemães e ucranianos que se instalaram no fim do século XIX como fazendeiros e rancheiros. Sobrenomes como Olson, Knutson, Schmidt e Petersen aparecem em famílias com várias gerações na região, com fortes laços com o campo e com as cooperativas agrícolas.
O boom do petróleo trouxe trabalhadores do Texas, Oklahoma, Louisiana e de outras partes dos EUA, além de imigrantes mexicanos, hondurenhos, guatemaltecos e filipinos. Em alguns bares e mercados, ouve-se espanhol mais do que inglês. A comunidade nativa americana das nações Mandan, Hidatsa e Arikara da reserva próxima de Fort Berthold também tem presença na cidade.
A população é jovem, masculina e tende a flutuar com o ciclo do petróleo. Em fases de alta, novos trabalhadores chegam; em fases de baixa, muitos vão embora. Brasileiros são raros e dispersos. Famílias se estabeleceram mais firmemente depois do boom inicial, e Williston ganhou cara mais de cidade do que de acampamento.
- Inglês
- Espanhol
- Tagalo
- Norueguês (herança)
- Línguas indígenas Mandan/Hidatsa
- Luteranismo
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- Pentecostalismo
- Espiritualidades nativas
- Sem religião