Demografia da Dakota do Sul: brancos, nativos americanos e refugiados
Cerca de 82% branca, 9% nativa americana (uma das maiores proporções dos EUA), com hispânicos e refugiados crescendo em Sioux Falls.
A Dakota do Sul é majoritariamente branca, em sua maioria descendentes de imigrantes alemães, noruegueses, suecos, holandeses e irlandeses que se estabeleceram no século 19. Sobrenomes terminados em -son e -sen são comuns. A tradição luterana é forte, com igrejas em quase toda comunidade rural.
A população nativa americana é uma das maiores em proporção dos EUA. Há nove reservas no estado, incluindo Pine Ridge (Oglala Lakota Nation, uma das maiores e mais pobres), Rosebud, Cheyenne River e Standing Rock (compartilhada com Dakota do Norte). Comunidades Lakota, Dakota e Nakota mantêm tradições culturais e enfrentam desafios históricos de pobreza e isolamento.
Em Sioux Falls, há diversidade crescente. Refugiados da Somália, Sudão do Sul, Etiópia, Butão e Iraque foram reassentados pelos programas federais e formaram comunidades visíveis. Hispânicos, principalmente mexicanos, cresceram nas últimas duas décadas, trabalhando em frigoríficos (Smithfield Foods) e construção. Brasileiros são raros, geralmente em Sioux Falls.
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- Espanhol
- Línguas nativas (Lakota, Dakota, Nakota)
- Somali (em Sioux Falls)
- Nepali e Dzongkha (refugiados butaneses)
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- Cristã (luterana e católica)
- Luterana
- Católica
- Tradições espirituais Lakota e nativas
- Islã (entre refugiados)
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