Demografia da Carolina do Sul: brancos e afro-americanos formam a maioria
Cerca de dois terços branca, um quarto afro-americana. Cultura Gullah na costa, herança africana única dos EUA. Hispânicos em crescimento.
A Carolina do Sul é um dos estados com maior proporção de afro-americanos dos EUA (cerca de 26%), herança da história agrícola. Na costa, especialmente nas Sea Islands e na região de Charleston, vive a comunidade Gullah/Geechee, descendentes de africanos escravizados que preservaram língua creole, culinária e tradições espirituais únicas.
Brancos são cerca de 64%, principalmente descendentes de britânicos, irlandeses, escoceses e alemães. A presença hispânica passou de menos de 1% em 1990 para perto de 6-7% hoje, principalmente mexicanos. Trabalham em construção, agricultura, turismo e processamento de alimentos.
Em Greenville e Spartanburg há uma comunidade alemã, francesa e brasileira ligada à BMW, Michelin e fornecedores automotivos. Indianos e chineses estão em crescimento. Brasileiros chegam principalmente para trabalhar em construção (Myrtle Beach), restaurantes (Charleston) e indústria automotiva (Greenville-Spartanburg).
- Inglês
- Espanhol
- Gullah (creole afro-americano da costa)
- Alemão (em Greenville)
- Português (pequena comunidade)
- +1 mais
- Cristã (batista do Sul, metodista, presbiteriana)
- Católica (entre hispânicos e em Charleston)
- Sem religião (minoria)
- Tradições espirituais Gullah