Comunidade pequena com raízes escandinavas e ucranianas, hoje com presença crescente de trabalhadores latino-americanos
Grafton tem cerca de 4 mil habitantes. A maioria descende de imigrantes noruegueses, suecos, alemães e ucranianos do final do século 19. Há comunidade hispânica em crescimento ligada à agricultura.
A população de Grafton é majoritariamente branca, com forte herança escandinava e centro-europeia. Sobrenomes noruegueses, suecos, alemães do Volga e ucranianos aparecem em listas de telefone, lápides e nomes de ruas, refletindo as ondas migratórias que povoaram Dakota do Norte entre 1880 e 1920. Várias famílias mantêm tradições culinárias e religiosas dessa origem.
Nas últimas duas décadas, a cidade recebeu trabalhadores hispânicos, sobretudo mexicanos e centro-americanos, atraídos pela usina de beterraba e pela colheita sazonal. Há também presença menor de filipinos e indianos vinculados ao hospital local, e algumas famílias somalis e sul-sudanesas que vieram de Fargo e Grand Forks. A escola pública oferece programas de ESL.
A religião predominante é o cristianismo: luteranismo escandinavo, catolicismo entre famílias alemãs, polonesas e hispânicas, e algumas congregações evangélicas. A população é envelhecida em média, com muitos jovens migrando para Grand Forks ou Fargo. Famílias imigrantes recentes ajudam a manter as escolas e o comércio local ativos.
- Inglês
- Espanhol
- Norueguês (herança)
- Alemão (herança)
- Ucraniano (herança)
- Luteranismo
- Catolicismo
- Evangélicos
- Sem religião
