Diversidade surpreendente para o meio-oeste rural
Maioria branca, mas com grande comunidade latina (~30 por cento) e presença de refugiados sudaneses, somalis e iraquianos ligados ao trabalho na JBS.
Grand Island tem perfil demográfico que destoa do estado. A população branca de origem alemã, irlandesa, escandinava e tcheca ainda é maioria, mas a proporção de latinos chegou perto de um terço da cidade. Vieram principalmente para trabalhar nos frigoríficos da JBS (antes Swift), e hoje formam comunidade estabelecida com escolas, igrejas e comércio próprios.
Há também comunidade sudanesa, sul-sudanesa, somali e iraquiana, refugiados reassentados em programas federais nas últimas décadas. A Lutheran Family Services e Catholic Charities operam serviços específicos para esses grupos. A escola pública de Grand Island tem alunos falando dezenas de idiomas em casa.
O inglês é a língua dominante, mas o espanhol é amplamente usado. Vida religiosa tem forte presença católica (com missas em espanhol), igrejas evangélicas hispanas e luteranas tradicionais, mais mesquita servindo a comunidade somali e sudanesa.
- Inglês
- Espanhol
- Árabe
- Somali
- Dinka (Sudão do Sul)
- Catolicismo
- Luteranismo (ELCA, LCMS)
- Igrejas evangélicas hispanas
- Islã