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A empresa precisa ser multinacional para solicitar um L-1?

O L-1 não exige uma multinacional de grande porte, e sim uma relação corporativa comprovada entre a empresa no exterior e a dos EUA. Veja o que realmente precisa ser demonstrado.

Artigo escrito por

Victoria Harper

Editora-Chefe

Atualizado em 12/07/2026
1 min de leitura
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Não no sentido de ter uma presença global extensa. O L-1 não pede que a empresa seja uma grande multinacional; o que ele exige é uma relação corporativa qualificada entre a entidade no exterior e a nos Estados Unidos.

Na prática, as duas empresas precisam estar ligadas como matriz, filial, subsidiária ou afiliada, com um vínculo de propriedade ou controle claro e documentado. Mesmo que a estrutura internacional seja enxuta, é essa conexão, e não o tamanho do grupo, que sustenta a transferência do funcionário dentro da mesma organização.

  • O foco é a relação entre as empresas, não a dimensão global do grupo.
  • O vínculo (matriz, filial, subsidiária ou afiliada) precisa ficar comprovado.
  • Conta também o período qualificante de trabalho do funcionário no exterior.

Se a empresa não demonstrar essa relação entre suas unidades, o pedido não preenche os requisitos. Por isso, vale estruturar e documentar o vínculo com cuidado e conferir os critérios atualizados no USCIS ou com um especialista.

Aprenda mais sobre o L-1

Tipo
Transferência intraempresa
L-1A
Executivos/gerentes (até 7 anos)
L-1B
Conhecimento especializado (até 5 anos)
Processo
1-3 meses
Tudo sobre L-1

Sobre o autor

Victoria Harper

Editora-Chefe

Conheça o autor

Como jornalista e editora líder do Visto n’ Visa, Victoria contribui para que os temas de imigração sejam abordados de forma clara, confiável e fácil de entender. Seu foco é oferecer conteúdo útil, humano e relevante para pessoas que exploram novos caminhos no exterior.

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