Em regra, não. O H-1B foi desenhado para as chamadas ocupações especializadas, funções que normalmente exigem formação de nível superior na área e conhecimento técnico obtido em um curso superior. O que decide a elegibilidade é a natureza do cargo e a exigência de escolaridade, não o setor de saúde em si.
Dentro da área médica, isso cria uma divisão importante. Profissões que dependem de formação acadêmica avançada, como médicos, dentistas e farmacêuticos, tendem a se enquadrar nos critérios do visto. Já funções de nível técnico ou de apoio, que não exigem um diploma de ensino superior na área, geralmente não atendem à definição de ocupação especializada e ficam de fora dessa via.
- O foco é a exigência de formação superior no cargo, não a área de saúde em geral.
- Funções que pedem diploma avançado tendem a caber no H-1B.
- Cargos técnicos sem exigência de graduação normalmente não se qualificam.
Cada vaga é avaliada individualmente, e às vezes outra categoria de visto se encaixa melhor no perfil. Antes de investir no processo, confirme os requisitos atualizados na fonte oficial (USCIS) ou com um especialista, avaliando também alternativas de visto adequadas à função.
Aprenda mais sobre o H-1B
- Cota anual
- 85.000 vistos
- Validade inicial
- 3 anos
- Extensão
- Até 6 anos
- Processo
- 3-6 meses
Sobre o autor
Victoria Harper
Editora-Chefe
Como jornalista e editora líder do Visto n’ Visa, Victoria contribui para que os temas de imigração sejam abordados de forma clara, confiável e fácil de entender. Seu foco é oferecer conteúdo útil, humano e relevante para pessoas que exploram novos caminhos no exterior.