Quem vive em Colonie: famílias estabelecidas e novas comunidades imigrantes
A maioria dos moradores é de origem europeia de longa data, mas comunidades asiáticas, latino-americanas e africanas vêm crescendo, puxadas por empregos em saúde, tecnologia e governo estadual.
Colonie tem perfil predominantemente residencial e classe média, com casas próprias na maior parte dos bairros. Historicamente formada por descendentes de irlandeses, italianos, alemães e holandeses (a região é uma das mais antigas colônias europeias do estado), a cidade hoje recebe famílias vindas da Índia, China, Bangladesh, Filipinas, países latino-americanos e do leste africano.
O inglês é a língua dominante no comércio, escolas e serviços públicos. Em bairros como Latham e ao redor do Albany Medical e da Universidade de Albany, é comum ouvir espanhol, mandarim, hindi, punjabi, bengali e árabe. Igrejas católicas, paróquias protestantes históricas, sinagogas, mesquitas e templos hindus mostram a diversidade religiosa que se consolidou nas últimas duas décadas.
A idade média é um pouco acima da nacional, o que reflete o perfil de comunidade estabelecida com muitas famílias com filhos em idade escolar e moradores aposentados. Para quem chega, é fácil encontrar tanto comunidades antigas de descendentes europeus quanto redes recentes de imigrantes asiáticos e africanos organizadas em torno de templos, mercados e escolas comunitárias.
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