Comunidade de classe trabalhadora com herança da Europa Central
Cerca de 76 mil moradores, com forte presença de descendentes de poloneses, alemães e italianos e crescimento recente de comunidades latino-americanas e do sudeste asiático.
Historicamente Cheektowaga foi um dos principais polos da diáspora polonesa nos Estados Unidos. Igrejas como St. Josaphat e festivais polca ainda movimentam o calendário, e nomes terminados em -ski seguem comuns nas placas de comércio. Alemães e italianos chegaram na mesma onda industrial e completam o miolo demográfico mais antigo.
Nas últimas duas décadas a cidade ficou mais diversa. Famílias porto-riquenhas, dominicanas e mexicanas se concentram na faixa oeste, mais perto de Buffalo, enquanto comunidades de Bangladesh, Birmânia e Iêmen cresceram puxadas pelo programa de reassentamento de refugiados da região. Pequenos núcleos somali e congolês também apareceram nos últimos anos.
A população é majoritariamente católica, ainda fortemente vinculada às paróquias do trecho leste. Igrejas evangélicas, mesquitas próximas em Buffalo e centros budistas no corredor da Walden Avenue atendem as comunidades mais novas. O inglês domina o cotidiano, mas é comum ouvir espanhol, polonês e bengali em supermercados e clínicas.
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