Quem mora em Nome: povos indígenas, mineradores e profissionais rurais
Cerca de 3.500 moradores, com maioria Alaska Native (Inupiat e Yup'ik) e minoria branca ligada a mineração, governo e saúde. Comunidade pequena, multicultural à sua maneira.
A composição demográfica de Nome é uma das mais distintas dos Estados Unidos. Aproximadamente metade dos residentes se identifica como Alaska Native, principalmente Inupiat e Yup'ik, cujas famílias vivem na região há gerações. A outra metade é majoritariamente branca, com pequenos contingentes filipinos, hispânicos e afro-americanos ligados a contratos federais, saúde regional e mineração.
O inglês é a língua oficial e dominante no comércio, mas Inupiaq e Yupik ainda são falados em casa por anciãos e em programas escolares de revitalização linguística. Algumas famílias filipinas trazidas para trabalhar em hospitais e escolas formam o pequeno núcleo asiático da cidade.
A faixa etária é mais jovem que a média americana por causa da alta natalidade nas comunidades indígenas e da rotatividade de profissionais de fora que ficam dois a cinco anos. Religião segue forte: igrejas católica, luterana, batista e congregações nativas tradicionais coexistem no mesmo quarteirão.
- Inglês
- Inupiaq
- Yupik central
- Tagalo
- Espanhol
- Católica romana
- Luterana
- Batista
- Espiritualidade indígena tradicional
- Sem religião