Não necessariamente. O L-1 está atrelado ao seu vínculo com a empresa que patrocinou a transferência, e não à sua presença ininterrupta no trabalho. Em geral, enquanto o emprego se mantém, uma licença médica prolongada por si só não encerra o visto.
O que costuma preservar o status é a continuidade da relação empregatícia. Muitas empresas mantêm o vínculo e a remuneração durante afastamentos médicos, e isso ajuda a sustentar o visto. Por isso, vale conferir as políticas internas e as regras contratuais que tratam de licenças no seu caso.
A atenção maior recai sobre mudanças de fundo na relação de trabalho:
- Se a licença levar a demissão ou ao fim do vínculo empregatício.
- Se houver alteração relevante no cargo ou nas funções.
- Se a empresa deixar de manter a relação que sustentou o visto.
Como cada situação tem particularidades, e a transparência com o empregador e com as autoridades importa, vale acompanhar o caso de perto e confirmar os requisitos atualizados com um especialista antes de tomar decisões que afetem o L-1.
Aprenda mais sobre o L-1
- Tipo
- Transferência intraempresa
- L-1A
- Executivos/gerentes (até 7 anos)
- L-1B
- Conhecimento especializado (até 5 anos)
- Processo
- 1-3 meses
Sobre o autor
Victoria Harper
Editora-Chefe
Como jornalista e editora líder do Visto n’ Visa, Victoria contribui para que os temas de imigração sejam abordados de forma clara, confiável e fácil de entender. Seu foco é oferecer conteúdo útil, humano e relevante para pessoas que exploram novos caminhos no exterior.