As flexibilizações de trabalho remoto ligadas à pandemia nasceram como medidas temporárias e excepcionais, pensadas para um cenário de emergência. Elas não reescreveram a natureza do L-1, que continua ancorado na transferência de um profissional para atuar no empregador vinculado dentro dos Estados Unidos.
Na prática, isso significa que arranjos híbridos ou remotos hoje dependem muito mais da política interna da empresa e da coerência com o cargo aprovado do que de uma regra emergencial válida para todos. O que sustenta o status é a aderência às condições sob as quais o L-1 foi concedido.
Mudanças significativas na rotina, como adotar home office de forma prolongada ou a partir de outro local, merecem uma análise cuidadosa para não colidir com os termos do visto. Cada caso tem nuances de local de trabalho, função e estrutura da empresa que precisam ser avaliadas.
Como as orientações mudam com frequência, o caminho seguro é verificar as regras atualizadas junto ao USCIS e, na dúvida, consultar um especialista em imigração antes de firmar um modelo de trabalho.
Aprenda mais sobre o L-1
- Tipo
- Transferência intraempresa
- L-1A
- Executivos/gerentes (até 7 anos)
- L-1B
- Conhecimento especializado (até 5 anos)
- Processo
- 1-3 meses
Sobre o autor
Victoria Harper
Editora-Chefe
Como jornalista e editora líder do Visto n’ Visa, Victoria contribui para que os temas de imigração sejam abordados de forma clara, confiável e fácil de entender. Seu foco é oferecer conteúdo útil, humano e relevante para pessoas que exploram novos caminhos no exterior.