Visto n' Visa

Como funciona a parte trabalhista?

No EB-5, a parte trabalhista se resume à criação de empregos: o empreendimento financiado precisa gerar vagas em tempo integral para trabalhadores nos EUA, comprovadas com documentação.

Artigo escrito por

Victoria Harper

Editora-Chefe

Atualizado em 21/07/2026
1 min de leitura
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A parte trabalhista do EB-5 gira em torno da criação de empregos. Mais do que o investimento em si, o programa exige que o empreendimento financiado gere empregos em tempo integral para trabalhadores dos Estados Unidos, e essa é uma das bases para o investimento ser válido para fins imigratórios.

O foco não é a contratação do próprio investidor, e sim a obrigação de o projeto criar novas oportunidades de trabalho. Em investimentos por meio de Regional Centers, entidades designadas para viabilizar projetos, as vagas podem ser comprovadas de forma direta, pela contratação no negócio, ou indireta, pelos impactos econômicos gerados na região.

  • O empreendimento precisa gerar os empregos exigidos pelo programa.
  • As vagas podem ser diretas ou, via Regional Center, também indiretas.
  • A criação de empregos deve ser rigorosamente documentada e comprovada.

Como cada projeto precisa respeitar as normas trabalhistas e de imigração, vale confirmar os requisitos atualizados junto ao USCIS e acompanhar o processo com apoio especializado, evitando promessas de resultado garantido.

Aprenda mais sobre o EB-5

Investimento mín.
US$800k (TEA) / US$1.05M
Empregos
Criar 10+ empregos
Green Card
Condicional (2 anos)
Processo
18-36 meses
Tudo sobre EB-5

Sobre o autor

Victoria Harper

Editora-Chefe

Conheça o autor

Como jornalista e editora líder do Visto n’ Visa, Victoria contribui para que os temas de imigração sejam abordados de forma clara, confiável e fácil de entender. Seu foco é oferecer conteúdo útil, humano e relevante para pessoas que exploram novos caminhos no exterior.

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