Mosaico étnico crescente em subúrbio historicamente escandinavo
A população de Eagan combina herança alemã e nórdica com comunidades hmong, somali, mexicana, indiana, vietnamita e etíope que cresceram nas últimas três décadas.
A população de Eagan ronda 68 mil habitantes e cresceu sem parar desde os anos 1980, quando a cidade deixou de ser pequena vila agrícola e virou destino de empresas e moradores. A herança escandinava e alemã ainda aparece em sobrenomes e festas locais, mas Eagan hoje tem um dos perfis mais diversos entre os subúrbios da região, com mais de uma em cada dez pessoas nascida fora dos Estados Unidos.
A região metropolitana das Twin Cities abriga a maior comunidade hmong do país e a maior comunidade somali, e essa presença aparece em Eagan em escolas, templos e pequenos comércios. Famílias mexicanas, vietnamitas, indianas, etíopes e liberianas formam grupos crescentes, principalmente em bairros perto do corredor de Cedar Avenue e da Yankee Doodle Road. A maioria dos imigrantes chega para trabalhar nos campi corporativos ou no aeroporto.
O idioma predominante em casa continua sendo o inglês, mas espanhol, somali, hmong e vietnamita aparecem fortes em famílias mais novas. Igrejas luteranas e católicas dividem o cenário religioso com mesquitas em Saint Paul, templos hindus em Maple Grove e templos budistas vietnamitas espalhados pela região. As escolas do distrito ISD 196 atendem alunos que falam mais de quarenta idiomas em casa.
- Inglês
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- Hmong
- Somali
- Vietnamita
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