Quem mora em Taylor: classe trabalhadora e mosaico de famílias antigas e recém-chegados
População majoritariamente branca de raízes europeias, comunidade negra consolidada e crescimento recente de famílias árabes, hispânicas e do sul da Ásia vindas de Dearborn e Detroit.
Taylor tem cerca de sessenta e dois mil moradores e historicamente foi cidade de famílias polonesas, italianas, irlandesas e alemãs que vieram trabalhar nas montadoras. Esse núcleo branco operário ainda é o maior grupo, mas a cidade ficou mais diversa nas últimas duas décadas.
A comunidade afro-americana é significativa e cresce de forma consistente, em parte por moradores que se mudaram de Detroit em busca de casa própria mais barata. Também há presença crescente de famílias árabes, em especial libanesas, iemenitas e iraquianas, transbordando da vizinha Dearborn, além de hispânicos do México e da América Central e famílias do sul da Ásia.
O perfil é de classe trabalhadora, com muitas casas multigeracionais. A maioria fala inglês em casa, mas árabe, espanhol e algumas línguas do leste europeu são ouvidas no comércio. As igrejas católicas, batistas e algumas mesquitas próximas refletem essa mistura de origens.
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