População de Kitchener: herança alemã antiga e imigração nova diversa
Cidade tradicionalmente alemã (também mennonitas), com imigração recente de sul-asiáticos, sírios, somalis e filipinos.
Kitchener foi fundada por imigrantes alemães e mennonitas no início do século XIX. Os mennonitas (de origem suíça-alemã) ainda têm presença, especialmente nas áreas rurais ao norte da cidade (St. Jacobs, Elmira), onde se vê carruagens puxadas por cavalo. A herança alemã/mennonita aparece em nomes de ruas, igrejas e na culinária tradicional (salsicha, sauerkraut, schnitzel).
A imigração mais recente diversificou a cidade. Há comunidades sul-asiáticas grandes (Índia, Paquistão, Sri Lanka), sírias (Kitchener recebeu muitos refugiados sírios em 2015-2016), somalis, etíopes, filipinos, portugueses (presença histórica) e nigerianos. Vietnamitas têm comunidade antiga, com restaurantes de pho excelentes.
A comunidade brasileira é pequena mas crescente, atraída pelo polo de tecnologia. Há famílias e profissionais de TI, alguns estudantes da Universidade de Waterloo e da Wilfrid Laurier (em Waterloo, ao lado). O perfil etário é jovem por causa das duas universidades e do volume de estudantes internacionais. Cerca de 30% dos moradores nasceram fora do Canadá.
- Inglês
- Alemão (mennonita e tradicional)
- Punjabi
- Árabe
- Tagalo (filipino)
- +4 mais
- Cristã (luterana, católica e protestante)
- Sem religião
- Muçulmana
- Hindu
- Sikh
- +1 mais