Em geral, o padrão amplamente adotado no L-1 é o pagamento do salário em dólares americanos. A remuneração de quem trabalha nos EUA segue as regras trabalhistas locais, e pagar em moeda americana dá transparência ao processo e facilita o cumprimento das obrigações fiscais e as movimentações em bancos do país.
Por isso, contratos e acordos de remuneração normalmente preveem o pagamento em dólares. Isso não impede, porém, que parte da compensação tenha origem em valores acordados em outra moeda.
- Bônus ou benefícios podem ser definidos originalmente em moeda estrangeira e depois convertidos.
- A conversão deve seguir uma taxa de câmbio adequada e ficar registrada.
- Todo o arranjo precisa respeitar a legislação imigratória, trabalhista e fiscal dos EUA.
O ponto central é que qualquer mecanismo envolvendo moeda estrangeira esteja bem documentado e não descaracterize a relação de trabalho que sustenta o visto. Como cada contrato tem nuances, vale revisar as condições com um especialista e confirmar as regras aplicáveis antes de fechar o acordo.
Aprenda mais sobre o L-1
- Tipo
- Transferência intraempresa
- L-1A
- Executivos/gerentes (até 7 anos)
- L-1B
- Conhecimento especializado (até 5 anos)
- Processo
- 1-3 meses
Sobre o autor
Victoria Harper
Editora-Chefe
Como jornalista e editora líder do Visto n’ Visa, Victoria contribui para que os temas de imigração sejam abordados de forma clara, confiável e fácil de entender. Seu foco é oferecer conteúdo útil, humano e relevante para pessoas que exploram novos caminhos no exterior.