Visto n' Visa

Os gastos com advogado do L-1 podem ser pagos pela empresa ou pelo funcionário?

No L-1, os honorários de advogado podem ficar com a empresa, com o funcionário ou ser divididos: depende do acordo. Veja o que costuma acontecer e negocie os termos com clareza.

Artigo escrito por

Victoria Harper

Editora-Chefe

Atualizado em 17/07/2026
1 min de leitura
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No visto L-1, não existe uma regra única sobre quem paga os honorários de advogado. Os custos podem ficar com a empresa patrocinadora, com o funcionário, ou ser divididos entre os dois: tudo depende do acordo firmado e das políticas internas de cada organização.

Na maioria dos casos de transferência, é comum que a empresa assuma esses custos como parte de sua estratégia de mobilidade internacional. Ao bancar a parte legal, ela demonstra comprometimento com o processo e ajuda a manter as etapas mais organizadas.

Em outras situações, o funcionário contribui com uma parcela, conforme o que estiver previsto em contrato ou negociado entre as partes. Não há certo ou errado nesse ponto, desde que os termos fiquem claros para todos.

O essencial é negociar com transparência quem arca com cada custo e registrar isso por escrito. Em caso de dúvida sobre as regras aplicáveis, vale conferir as orientações oficiais e conversar com um profissional de imigração.

Aprenda mais sobre o L-1

Tipo
Transferência intraempresa
L-1A
Executivos/gerentes (até 7 anos)
L-1B
Conhecimento especializado (até 5 anos)
Processo
1-3 meses
Tudo sobre L-1

Sobre o autor

Victoria Harper

Editora-Chefe

Conheça o autor

Como jornalista e editora líder do Visto n’ Visa, Victoria contribui para que os temas de imigração sejam abordados de forma clara, confiável e fácil de entender. Seu foco é oferecer conteúdo útil, humano e relevante para pessoas que exploram novos caminhos no exterior.

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