Em regra, não. A empresa não precisa estar presente na entrevista do L-1. O foco do encontro é o candidato, que costuma comparecer sozinho ao consulado ou embaixada para responder sobre sua função, a estrutura da empresa e o vínculo entre a matriz e a filial ou afiliada.
Isso não quer dizer que o papel da empresa seja secundário. A parte mais importante da atuação dela acontece antes: preparar e organizar a documentação que sustenta a transferência dentro do grupo. Esse material costuma incluir:
- Cartas que descrevem o cargo e a movimentação dentro da corporação.
- Organogramas que evidenciam a estrutura e a posição do candidato.
- Comprovantes do vínculo qualificado entre as entidades.
Ainda que o oficial consular normalmente dirija as perguntas apenas ao candidato, a análise dos documentos pode gerar a necessidade de contatar a empresa para esclarecimentos. Por isso, mantê-la informada e alinhada faz diferença.
Como cada processo tem suas particularidades, vale preparar a documentação com cuidado e confirmar as orientações nas fontes oficiais antes da entrevista.
Aprenda mais sobre o L-1
- Tipo
- Transferência intraempresa
- L-1A
- Executivos/gerentes (até 7 anos)
- L-1B
- Conhecimento especializado (até 5 anos)
- Processo
- 1-3 meses
Sobre o autor
Victoria Harper
Editora-Chefe
Como jornalista e editora líder do Visto n’ Visa, Victoria contribui para que os temas de imigração sejam abordados de forma clara, confiável e fácil de entender. Seu foco é oferecer conteúdo útil, humano e relevante para pessoas que exploram novos caminhos no exterior.