Investir em TI é perfeitamente possível, mas contratar programadores remotos que trabalham no exterior dificilmente atende ao requisito central do EB-5. O programa foi desenhado para que o investimento gere empregos dentro dos Estados Unidos, para cidadãos e residentes autorizados a trabalhar no país.
Quando os profissionais atuam fisicamente fora dos EUA, as vagas não beneficiam o mercado de trabalho americano, que é justamente o objetivo do programa. Por isso, um projeto de tecnologia que apoie sua operação em equipes remotas no exterior, por si só, tende a não cumprir a exigência de criação de empregos locais.
Isso não significa que o setor de tecnologia esteja fora do EB-5. O que importa é onde e para quem os empregos são criados: o investimento precisa se traduzir em postos de trabalho reais em território americano. As regras são interpretadas de forma rigorosa pelo USCIS.
- O EB-5 exige empregos criados dentro dos Estados Unidos.
- Vagas preenchidas por profissionais no exterior tendem a não contar.
- TI qualifica desde que gere empregos locais elegíveis.
Como a forma de estruturar o projeto faz toda a diferença, vale desenhar o investimento com apoio especializado em imigração e confirmar os requisitos atualizados junto ao USCIS antes de avançar.
Aprenda mais sobre o EB-5
- Investimento mín.
- US$800k (TEA) / US$1.05M
- Empregos
- Criar 10+ empregos
- Green Card
- Condicional (2 anos)
- Processo
- 18-36 meses
Sobre o autor
Victoria Harper
Editora-Chefe
Como jornalista e editora líder do Visto n’ Visa, Victoria contribui para que os temas de imigração sejam abordados de forma clara, confiável e fácil de entender. Seu foco é oferecer conteúdo útil, humano e relevante para pessoas que exploram novos caminhos no exterior.