No EB-1C, o período qualificante de atuação gerencial ou executiva no exterior precisa, em regra, ser contínuo. Mas continuidade não é sinônimo de nunca ter saído do país: o que importa é que o seu vínculo com a empresa e o exercício das suas funções de liderança tenham se mantido ao longo desse tempo.
Por isso, viagens curtas, a trabalho ou pessoais, que não rompem o emprego nem afastam você do cargo, geralmente não descaracterizam a continuidade. O ponto sensível é conseguir demonstrar, com documentos, que a sua posição e as suas responsabilidades permaneceram intactas mesmo com esses deslocamentos.
- A experiência qualificante no exterior é, em regra, contínua.
- Viagens curtas que preservam o vínculo costumam ser aceitas.
- O que decide é a prova de que a função de liderança seguiu ativa.
Guardar itinerários, declarações do empregador e registros que mostrem a manutenção do cargo ajuda a sustentar esse quadro. Como cada histórico tem nuances, vale verificar os requisitos atualizados junto ao USCIS e revisar o seu caso com um especialista antes de peticionar.
Aprenda mais sobre o EB-1
- Categoria
- Green Card EB-1 (1ª prioridade)
- Requisito
- Habilidade extraordinária
- Auto-petição
- Permitida (sem patrocinador)
- Processo
- 6-18 meses
Sobre o autor
Victoria Harper
Editora-Chefe
Como jornalista e editora líder do Visto n’ Visa, Victoria contribui para que os temas de imigração sejam abordados de forma clara, confiável e fácil de entender. Seu foco é oferecer conteúdo útil, humano e relevante para pessoas que exploram novos caminhos no exterior.