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Como é calculada a renda mínima no CR-1?

A renda mínima no visto CR1 depende do tamanho do grupo familiar e deve ser comprovada pelo patrocinador para garantir sustento sem assistência governamental.

Artigo escrito por

Victoria Harper

Editora-Chefe

Atualizado em 02/02/2025
2 min de leitura
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Quando se trata de vistos CR1, um dos pontos fundamentais é comprovar que o patrocinador (aquele que faz a petição) possui renda suficiente para sustentar o imigrante sem que haja necessidade de assistência governamental. Essa comprovação se dá por meio do Affidavit of Support (Formulário I-864), que requer que o patrocinador demonstre que sua renda ou ativos equivalem ou superem uma determinada porcentagem das Diretrizes Federais de Pobreza (Federal Poverty Guidelines). A renda mínima exigida é calculada com base no tamanho do grupo familiar do patrocinador. Isso inclui tanto o patrocinador quanto todos os dependentes que constam na declaração de imposto de renda e o imigrante beneficiário. Normalmente, o critério utilizado é de 125% do nível de pobreza estabelecido para aquele tamanho de família (ou 100% caso o patrocinador seja militar). Por exemplo, se a Diretriz de Pobreza para uma família de duas pessoas for de um determinado valor, o patrocinador deverá comprovar uma renda mínima de 125% desse montante, ajustando sempre os valores conforme as atualizações anuais do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA. É essencial também considerar que nem toda renda conta da mesma forma. Renda de empregos, investimentos e outros meios devem ser devidamente comprovados com documentos oficiais, como declarações de imposto de renda, comprovantes de emprego e extratos bancários. Caso a renda do patrocinador não seja suficiente, ele pode incluir a renda combinada de um co-patrocinador, desde que este também cumpra os requisitos estabelecidos. Vale sempre lembrar a importância de seguir à risca as leis de imigração dos Estados Unidos. É prudente buscar informações diretamente em fontes oficiais, como o site do USCIS, e ter cautela com serviços que prometem soluções rápidas ou garantias de aprovação, pois esses podem não estar em conformidade com as normas vigentes ou podem ser até mesmo golpes. Manter-se informado e bem assessorado é a melhor estratégia para evitar surpresas no processo.

Victoria Harper

Editora-Chefe

Conheça o autor

Como jornalista e editora líder do Visto n’ Visa, Victoria contribui para que os temas de imigração sejam abordados de forma clara, confiável e fácil de entender. Seu foco é oferecer conteúdo útil, humano e relevante para pessoas que exploram novos caminhos no exterior.

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