Sim. O O-1 não exige que o beneficiário tenha um emprego com salário fixo. O critério central do visto é a comprovação de habilidade extraordinária na área de atuação, e não o formato do pagamento. Trabalhar por cachês ou contratos de prestação de serviços é compatível com o visto.
O que a estrutura do O-1 realmente exige é que exista alguém nos Estados Unidos assumindo o papel de peticionário e responsável pela atividade proposta. Isso pode ser:
- Um empregador que ofereça o trabalho.
- Um agente que represente o profissional e organize compromissos com diferentes contratantes.
- Um patrocinador que respalde a atuação durante o período nos EUA.
Mesmo sem salário regular, é preciso apresentar uma estrutura contratual que descreva os compromissos e um conjunto robusto de evidências da sua trajetória, como trabalhos anteriores, prêmios, publicações e outras credenciais. Quanto mais claro e organizado o dossiê, mais forte fica o pedido.
Cada caso é avaliado individualmente pelas autoridades de imigração dos Estados Unidos, então vale verificar os requisitos atualizados e contar com orientação especializada antes de peticionar.
Aprenda mais sobre o O-1
- Tipo
- Habilidade extraordinária
- Cota anual
- Sem limite
- Validade
- Até 3 anos
- Extensão
- Ilimitada (1 ano/vez)
Sobre o autor
Victoria Harper
Editora-Chefe
Como jornalista e editora líder do Visto n’ Visa, Victoria contribui para que os temas de imigração sejam abordados de forma clara, confiável e fácil de entender. Seu foco é oferecer conteúdo útil, humano e relevante para pessoas que exploram novos caminhos no exterior.