Pode ser, mas não de forma automática. O L-1B não olha para o rótulo do cargo, e sim para a natureza do conhecimento que a pessoa carrega. Para um profissional de marketing, a pergunta certa não é se ele é bom no que faz, e sim se o que ele sabe é realmente especializado e próprio da empresa.
O ponto sensível é que boa parte das competências de marketing, como campanhas, mídia ou análise de mercado, está amplamente disponível no mercado de trabalho. Esse tipo de habilidade comum, por si só, dificilmente sustenta um L-1B. O visto tende a fazer sentido quando o profissional domina algo exclusivo da organização: métodos, estratégias, ferramentas ou sistemas desenvolvidos internamente que dão vantagem competitiva e não se aprendem com facilidade fora dali.
- O que pesa é o conhecimento ser específico da empresa, não a área de marketing em si.
- Habilidades genéricas de marketing, comuns no mercado, tendem a não bastar.
- A empresa precisa comprovar essa exclusividade com documentos e evidências.
Como cada caso é avaliado individualmente e a comprovação costuma ser o maior desafio, vale mapear com cuidado o que torna esse conhecimento único antes de peticionar. Confirme os critérios atualizados na fonte oficial (USCIS) e avalie o enquadramento com um especialista.
Aprenda mais sobre o L-1
- Tipo
- Transferência intraempresa
- L-1A
- Executivos/gerentes (até 7 anos)
- L-1B
- Conhecimento especializado (até 5 anos)
- Processo
- 1-3 meses
Sobre o autor
Victoria Harper
Editora-Chefe
Como jornalista e editora líder do Visto n’ Visa, Victoria contribui para que os temas de imigração sejam abordados de forma clara, confiável e fácil de entender. Seu foco é oferecer conteúdo útil, humano e relevante para pessoas que exploram novos caminhos no exterior.