Sim. Em geral, quem tem H-1B pode investir na bolsa de valores, comprando ações, cotas de fundos e outros ativos para montar um portfólio pessoal. Esse tipo de aplicação é tratado como gestão do próprio patrimônio, e não como trabalho ou emprego, então não conflita com o vínculo específico que o visto autoriza.
A diferença que importa é entre investir e trabalhar. Aplicar dinheiro e acompanhar a carteira é investimento passivo. O terreno fica sensível quando a atividade passa a se parecer com uma ocupação: administrar ativamente um negócio, operar como se fosse um profissional do mercado ou prestar serviço remunerado fora do que a petição prevê. Aí já não se trata de investimento pessoal, e sim de trabalho não autorizado.
- Investir para um portfólio pessoal costuma ser tratado como gestão de patrimônio.
- Administrar ativamente um negócio ou operar como profissional pode configurar trabalho.
- A renda de investimentos ainda envolve obrigações fiscais próprias.
Como cada situação tem particularidades e as regras fiscais e migratórias mudam, verifique as regras atualizadas na fonte oficial (USCIS) e, se o volume ou o tipo de operação for relevante, considere orientação especializada antes de avançar.
Aprenda mais sobre o H-1B
- Cota anual
- 85.000 vistos
- Validade inicial
- 3 anos
- Extensão
- Até 6 anos
- Processo
- 3-6 meses
Sobre o autor
Victoria Harper
Editora-Chefe
Como jornalista e editora líder do Visto n’ Visa, Victoria contribui para que os temas de imigração sejam abordados de forma clara, confiável e fácil de entender. Seu foco é oferecer conteúdo útil, humano e relevante para pessoas que exploram novos caminhos no exterior.