Na prática, é bem problemático. O EB-5 exige que o investidor comprove a origem lícita dos recursos aplicados, mostrando de forma clara e documentada de onde o dinheiro veio. E o cartão de crédito não se encaixa bem nessa lógica.
Isso porque o cartão é, na maioria dos casos, uma linha de crédito: são recursos emprestados, que precisam ser pagos depois com juros. Não representam uma quantia já acumulada, fruto de economias ou de lucros, que é justamente o tipo de origem que as autoridades avaliam com rigor.
Cada movimentação de capital no processo passa por auditoria detalhada, tanto para confirmar a legalidade dos fundos quanto para afastar suspeitas de fraude ou lavagem de dinheiro. Usar recursos vindos de cartão pode, mesmo que teoricamente possível, complicar a análise e levantar dúvidas sobre a origem.
- A origem do capital precisa ser lícita e bem documentada.
- Cartão de crédito é dinheiro emprestado, não capital acumulado.
- Fundos de origem duvidosa dificultam a aprovação.
Antes de estruturar o aporte, converse com assessores especializados em EB-5 e confirme os critérios de comprovação de origem junto ao USCIS, evitando promessas de solução fácil.
Aprenda mais sobre o EB-5
- Investimento mín.
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Sobre o autor
Victoria Harper
Editora-Chefe
Como jornalista e editora líder do Visto n’ Visa, Victoria contribui para que os temas de imigração sejam abordados de forma clara, confiável e fácil de entender. Seu foco é oferecer conteúdo útil, humano e relevante para pessoas que exploram novos caminhos no exterior.