Uma sede virtual pode ajudar na organização do negócio no começo, mas ela não substitui a exigência central do EB-5: o empreendimento precisa operar de verdade na economia dos Estados Unidos e criar empregos concretos. É esse funcionamento real que sustenta o pedido, não o endereço.
Na prática, um endereço virtual pode servir para funções administrativas e de comunicação numa fase inicial. O ponto de atenção aparece quando ele passa a ser a única presença do negócio, porque o programa espera uma atividade econômica efetiva, com a infraestrutura necessária para gerar e manter os empregos.
Por isso, ao estruturar o projeto, o plano de negócios deve deixar claro:
- Como o empreendimento vai operar de fato no território americano.
- De que forma os empregos serão criados e sustentados.
- Que infraestrutura dá suporte a essa operação.
Cada detalhe do investimento passa por uma análise criteriosa das autoridades competentes, incluindo o DHS (Departamento de Segurança Interna). Então vale planejar a estrutura com um profissional especializado e confirmar as exigências atualizadas na fonte oficial (USCIS) antes de definir a sede.
Aprenda mais sobre o EB-5
- Investimento mín.
- US$800k (TEA) / US$1.05M
- Empregos
- Criar 10+ empregos
- Green Card
- Condicional (2 anos)
- Processo
- 18-36 meses
Sobre o autor
Victoria Harper
Editora-Chefe
Como jornalista e editora líder do Visto n’ Visa, Victoria contribui para que os temas de imigração sejam abordados de forma clara, confiável e fácil de entender. Seu foco é oferecer conteúdo útil, humano e relevante para pessoas que exploram novos caminhos no exterior.