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O cônjuge pode ser coproprietário do negócio no EB-5?

No EB-5, o cônjuge pode ser coproprietário do negócio quando a sociedade é montada de forma legal e transparente. Entenda como estruturar a participação sem comprometer o processo.

Artigo escrito por

Victoria Harper

Editora-Chefe

Atualizado em 22/07/2026
1 min de leitura
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Sim, no EB-5 o cônjuge pode figurar como coproprietário do negócio. O que importa não é o vínculo familiar em si, e sim que a estrutura do investimento esteja organizada de forma a atender às exigências do programa.

Quando o investimento é feito em conjunto, é essencial documentar com clareza a origem lícita dos recursos e a participação de cada investidor. O capital precisa estar efetivamente em risco, e a participação societária do cônjuge deve ser estruturada dentro das regras aplicáveis, para não gerar dúvidas na análise do USCIS.

  • A coparticipação do cônjuge é possível quando bem estruturada.
  • Origem dos fundos e divisão da sociedade precisam estar documentadas.
  • O capital deve permanecer em risco, como em qualquer investimento EB-5.

Como cada modelo de negócio tem particularidades, vale estruturar o investimento com apoio especializado e verificar as regras atualizadas na fonte oficial (USCIS) antes de definir a sociedade.

Aprenda mais sobre o EB-5

Investimento mín.
US$800k (TEA) / US$1.05M
Empregos
Criar 10+ empregos
Green Card
Condicional (2 anos)
Processo
18-36 meses
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Sobre o autor

Victoria Harper

Editora-Chefe

Conheça o autor

Como jornalista e editora líder do Visto n’ Visa, Victoria contribui para que os temas de imigração sejam abordados de forma clara, confiável e fácil de entender. Seu foco é oferecer conteúdo útil, humano e relevante para pessoas que exploram novos caminhos no exterior.

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