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Uma das cartas de recomendação precisa vir de alguém nos EUA?

No EB-2 NIW, nenhuma carta de recomendação precisa vir obrigatoriamente dos EUA: o que pesa é a autoridade de quem assina. Veja como escolher bons recomendantes para o seu caso.

Artigo escrito por

Victoria Harper

Editora-Chefe

Atualizado em 16/07/2026
1 min de leitura
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Não. No EB-2 NIW não existe a exigência de que uma das cartas de recomendação venha de alguém que esteja nos Estados Unidos. A origem geográfica de quem assina não é o critério que decide o peso da carta.

O que realmente conta é a credibilidade e a autoridade de quem recomenda, além da clareza com que a carta descreve a relevância do seu trabalho, as suas qualificações e o impacto, real ou potencial, da sua atuação. Uma carta de um especialista reconhecido tende a agregar mais valor, esteja essa pessoa onde estiver.

Na hora de montar esse conjunto, vale observar alguns pontos:

  • Escolher recomendantes com autoridade reconhecida na sua área.
  • Pedir que cada carta seja concreta sobre o seu trabalho, e não um elogio genérico.
  • Buscar diversidade de perspectivas, inclusive de fontes independentes.

Ou seja, priorize o conteúdo e a autoridade das cartas, não o país de quem as escreve. Como cada caso é avaliado individualmente, vale conferir as orientações atualizadas na fonte oficial (USCIS) e, se tiver dúvidas, apoiar-se em um especialista.

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Tipo
National Interest Waiver
Auto-petição
Permitida (sem patrocinador)
PERM
Dispensado
Processo
12-24 meses
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Victoria Harper

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Conheça o autor

Como jornalista e editora líder do Visto n’ Visa, Victoria contribui para que os temas de imigração sejam abordados de forma clara, confiável e fácil de entender. Seu foco é oferecer conteúdo útil, humano e relevante para pessoas que exploram novos caminhos no exterior.

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