Não. No EB-2 NIW não existe a exigência de que uma das cartas de recomendação venha de alguém que esteja nos Estados Unidos. A origem geográfica de quem assina não é o critério que decide o peso da carta.
O que realmente conta é a credibilidade e a autoridade de quem recomenda, além da clareza com que a carta descreve a relevância do seu trabalho, as suas qualificações e o impacto, real ou potencial, da sua atuação. Uma carta de um especialista reconhecido tende a agregar mais valor, esteja essa pessoa onde estiver.
Na hora de montar esse conjunto, vale observar alguns pontos:
- Escolher recomendantes com autoridade reconhecida na sua área.
- Pedir que cada carta seja concreta sobre o seu trabalho, e não um elogio genérico.
- Buscar diversidade de perspectivas, inclusive de fontes independentes.
Ou seja, priorize o conteúdo e a autoridade das cartas, não o país de quem as escreve. Como cada caso é avaliado individualmente, vale conferir as orientações atualizadas na fonte oficial (USCIS) e, se tiver dúvidas, apoiar-se em um especialista.
Aprenda mais sobre o EB-2 NIW
- Tipo
- National Interest Waiver
- Auto-petição
- Permitida (sem patrocinador)
- PERM
- Dispensado
- Processo
- 12-24 meses
Sobre o autor
Victoria Harper
Editora-Chefe
Como jornalista e editora líder do Visto n’ Visa, Victoria contribui para que os temas de imigração sejam abordados de forma clara, confiável e fácil de entender. Seu foco é oferecer conteúdo útil, humano e relevante para pessoas que exploram novos caminhos no exterior.