Visto n' Visa

Houve rumor que a filial americana é só uma sala vazia. É negado?

No EB-1, o rumor da 'sala vazia' não decide nada: o que pesa é a filial nos EUA ser uma operação genuína, com estrutura, atividade econômica real e documentação que comprove o negócio.

Artigo escrito por

Victoria Harper

Editora-Chefe

Atualizado em 20/07/2026
1 min de leitura
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Um boato de que a filial americana seria ‘só uma sala vazia’ não é, por si só, motivo de negativa. No EB-1, o que importa é se a operação nos Estados Unidos é genuína, e não a aparência de um espaço físico isolado.

Ao analisar casos que envolvem uma filial ou escritório no país, a autoridade de imigração observa a solidez e a veracidade da operação: sua estrutura, capacidade de funcionamento e, sobretudo, a realidade das atividades desenvolvidas. Uma entidade meramente formal, sem atividade econômica real, é que tende a gerar problemas.

  • Documente a constituição da empresa e sua estrutura.
  • Demonstre atividade econômica real e contínua.
  • Guarde registros que comprovem operação de fato, e não apenas no papel.

Ou seja, o foco não é o tamanho da sala, mas a legitimidade do negócio. Para montar uma estrutura em conformidade e reunir as provas certas, vale consultar um especialista e conferir as orientações atualizadas do USCIS.

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Categoria
Green Card EB-1 (1ª prioridade)
Requisito
Habilidade extraordinária
Auto-petição
Permitida (sem patrocinador)
Processo
6-18 meses
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Sobre o autor

Victoria Harper

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Como jornalista e editora líder do Visto n’ Visa, Victoria contribui para que os temas de imigração sejam abordados de forma clara, confiável e fácil de entender. Seu foco é oferecer conteúdo útil, humano e relevante para pessoas que exploram novos caminhos no exterior.

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