No EB-1, uma carta informal e genérica, do tipo ele é ótimo sem nenhum detalhe, tem pouco peso. O visto exige provas robustas de reconhecimento extraordinário, e uma frase vaga não demonstra o nível de excelência que o processo pede.
O que dá força a uma carta de recomendação é a especificidade: descrever quais foram as contribuições do profissional, o impacto real do seu trabalho, a capacidade técnica e o reconhecimento na área, sempre com exemplos concretos. Uma carta assim ajuda a sustentar a narrativa; uma carta genérica, no máximo, acompanha o conjunto sem provar nada sozinha.
- Prefira cartas que expliquem contribuições e impacto com exemplos.
- Escolha autores capazes de atestar a sua relevância na área.
- Trate cartas vagas como complemento, nunca como prova central.
Como cada caso é avaliado no conjunto, vale conferir os critérios vigentes do EB-1 no USCIS ou com um especialista para montar recomendações realmente fortes.
Aprenda mais sobre o EB-1
- Categoria
- Green Card EB-1 (1ª prioridade)
- Requisito
- Habilidade extraordinária
- Auto-petição
- Permitida (sem patrocinador)
- Processo
- 6-18 meses
Sobre o autor
Victoria Harper
Editora-Chefe
Como jornalista e editora líder do Visto n’ Visa, Victoria contribui para que os temas de imigração sejam abordados de forma clara, confiável e fácil de entender. Seu foco é oferecer conteúdo útil, humano e relevante para pessoas que exploram novos caminhos no exterior.