Em muitas situações, sim. É viável estruturar o negócio de modo que a sua esposa seja a proprietária da empresa enquanto você atua como investidor no EB-5. O programa não impõe um modelo societário único, mas cobra que a estrutura escolhida seja consistente e cumpra os requisitos da categoria.
Na prática, a viabilidade depende de vários fatores: a forma societária adotada, o nível de controle e de envolvimento de cada sócio e como a participação está organizada. O ponto central é que o investimento atenda às exigências do EB-5, especialmente a aplicação de capital em um empreendimento qualificado e a criação dos empregos exigidos pelo programa.
Como as regras de imigração são rigorosas, qualquer inconsistência entre a estrutura declarada e a realidade do negócio pode prejudicar tanto o pedido quanto a operação. Registros claros e coerentes sobre quem investe, quem gerencia e como o capital circula fazem diferença na análise.
- É possível separar propriedade e investimento entre cônjuges.
- A forma societária e o controle precisam estar bem definidos.
- O investimento deve cumprir os requisitos de capital e de empregos do EB-5.
Por envolver imigração e direito empresarial ao mesmo tempo, vale estruturar o caso com apoio especializado e confirmar os requisitos atualizados junto ao USCIS antes de formalizar a empresa.
Aprenda mais sobre o EB-5
- Investimento mín.
- US$800k (TEA) / US$1.05M
- Empregos
- Criar 10+ empregos
- Green Card
- Condicional (2 anos)
- Processo
- 18-36 meses
Sobre o autor
Victoria Harper
Editora-Chefe
Como jornalista e editora líder do Visto n’ Visa, Victoria contribui para que os temas de imigração sejam abordados de forma clara, confiável e fácil de entender. Seu foco é oferecer conteúdo útil, humano e relevante para pessoas que exploram novos caminhos no exterior.