A contabilidade de uma empresa EB-5 que opera no prejuízo funciona, em essência, como a de qualquer outro negócio: registros organizados segundo os princípios contábeis geralmente aceitos nos Estados Unidos e as normas fiscais, refletindo receitas, despesas, ativos, passivos e resultados. O prejuízo em si não inviabiliza o projeto, desde que esteja bem documentado.
No contexto do EB-5, o que dá peso à contabilidade é a sua função de comprovação. As autoridades de imigração querem enxergar como os recursos do investidor foram aplicados e se os empregos previstos estão sendo criados ou mantidos. Por isso, mesmo em cenário de perdas, o fluxo financeiro precisa ser transparente e explicar a origem do déficit.
Prejuízos podem vir de investimentos pesados em infraestrutura, atrasos na geração de receita ou desafios operacionais próprios da fase inicial. O que diferencia um prejuízo saudável de um sinal de alerta é a documentação:
- Relatórios financeiros periódicos e consistentes.
- Auditorias independentes que validem os números.
- Rastreabilidade clara entre o aporte e a criação de empregos.
Como os aspectos contábeis e imigratórios se cruzam, o ideal é contar com apoio especializado nas duas frentes e verificar as exigências atualizadas junto ao USCIS antes de tomar decisões.
Aprenda mais sobre o EB-5
- Investimento mín.
- US$800k (TEA) / US$1.05M
- Empregos
- Criar 10+ empregos
- Green Card
- Condicional (2 anos)
- Processo
- 18-36 meses
Sobre o autor
Victoria Harper
Editora-Chefe
Como jornalista e editora líder do Visto n’ Visa, Victoria contribui para que os temas de imigração sejam abordados de forma clara, confiável e fácil de entender. Seu foco é oferecer conteúdo útil, humano e relevante para pessoas que exploram novos caminhos no exterior.