Visto n' Visa

Trabalhei um tempo no exterior e depois nos EUA. O EB-1C permite somar esses períodos?

No EB-1C, o que qualifica é a liderança exercida fora dos EUA, não a soma com o tempo já trabalhado no país. Entenda o que realmente entra na conta da experiência internacional.

Artigo escrito por

Victoria Harper

Editora-Chefe

Atualizado em 10/07/2026
1 min de leitura
Compartilhe

No EB-1C, o que conta como experiência qualificante é o tempo em que você atuou em função gerencial ou executiva fora dos Estados Unidos, em uma empresa ligada à que vai patrociná-lo. Não é bem uma questão de somar períodos: o eixo da categoria é justamente a liderança exercida no exterior antes da transferência.

Por isso, o tempo que você já passou trabalhando nos EUA, ainda que relevante para outras etapas do processo, não entra nessa conta específica de experiência internacional. O que sustenta o EB-1C é a atuação gerencial ou executiva no exterior, comprovada de forma clara, e não a mistura dos dois trechos de carreira.

  • Vale o período de liderança exercido fora dos EUA.
  • O tempo trabalhado dentro dos EUA não compõe esse requisito internacional.
  • O caráter gerencial ou executivo das funções precisa estar bem documentado.

Como a duração e a janela exigidas mudam conforme a regra vigente e cada histórico tem particularidades, vale verificar os requisitos atualizados junto ao USCIS e avaliar o seu caso com um especialista antes de peticionar.

Aprenda mais sobre o EB-1

Categoria
Green Card EB-1 (1ª prioridade)
Requisito
Habilidade extraordinária
Auto-petição
Permitida (sem patrocinador)
Processo
6-18 meses
Tudo sobre EB-1

Sobre o autor

Victoria Harper

Editora-Chefe

Conheça o autor

Como jornalista e editora líder do Visto n’ Visa, Victoria contribui para que os temas de imigração sejam abordados de forma clara, confiável e fácil de entender. Seu foco é oferecer conteúdo útil, humano e relevante para pessoas que exploram novos caminhos no exterior.

Recomendações de leitura sobre EB-1

Outros conteúdos sobre EB-1