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No EB-1C, preciso pagar advogado? Quem arca com o custo?

No EB-1C, advogado não é obrigatório, mas ajuda num processo complexo; e o custo costuma ficar com o empregador, já que é uma transferência interna. Veja como alinhar isso com a empresa.

Artigo escrito por

Victoria Harper

Editora-Chefe

Atualizado em 11/07/2026
1 min de leitura
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Contratar advogado no EB-1C não é uma exigência legal, mas costuma ser uma escolha prudente. O EB-1C é a via de green card para executivos e gerentes transferidos dentro da mesma empresa ou de uma afiliada, e o processo envolve regras e documentação complexas que pedem atenção detalhada.

Sobre quem paga, não há uma resposta única, mas há um padrão de mercado. Como a petição faz parte de uma transferência interna conduzida pela empresa, na prática o empregador costuma arcar com os honorários advocatícios. Ainda assim, os arranjos variam conforme a política de cada companhia.

Por isso, o passo mais útil é alinhar isso diretamente com quem conduz o processo do seu lado:

  • Confirme com o RH ou a liderança quem contrata e paga o advogado.
  • Verifique se a empresa já tem um escritório de imigração de confiança.
  • Esclareça o que fica sob sua responsabilidade e o que fica sob a da empresa.

Como cada caso tem particularidades, vale confirmar os requisitos do processo na fonte oficial (USCIS) e contar com apoio especializado para conduzir tudo com segurança.

Aprenda mais sobre o EB-1

Categoria
Green Card EB-1 (1ª prioridade)
Requisito
Habilidade extraordinária
Auto-petição
Permitida (sem patrocinador)
Processo
6-18 meses
Tudo sobre EB-1

Sobre o autor

Victoria Harper

Editora-Chefe

Conheça o autor

Como jornalista e editora líder do Visto n’ Visa, Victoria contribui para que os temas de imigração sejam abordados de forma clara, confiável e fácil de entender. Seu foco é oferecer conteúdo útil, humano e relevante para pessoas que exploram novos caminhos no exterior.

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