Visto n' Visa

No EB-1C, a empresa americana e a do exterior têm donos diferentes, mas é joint venture. Pode?

No EB-1C, o que qualifica é a relação de controle entre as empresas, não a parceria em si; joint ventures com donos distintos precisam provar esse vínculo societário com cuidado.

Artigo escrito por

Victoria Harper

Editora-Chefe

Atualizado em 11/07/2026
2 min de leitura
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No EB-1C o ponto central não é ter negócios em comum, e sim a relação de controle entre a empresa no exterior e a americana. A categoria foi desenhada para transferir executivos e gerentes dentro da mesma organização multinacional, então o que se procura é uma estrutura societária que ligue as duas pontas.

Uma joint venture em que a empresa americana e a estrangeira têm donos diferentes torna esse ponto delicado. Uma parceria comercial, por si só, não estabelece a relação de controle que o visto exige: é preciso demonstrar que uma entidade controla a outra ou que ambas estão sob controle comum, com vínculo de propriedade e estrutura administrativa que atravesse a fronteira.

  • Parceria ou contrato comercial não equivale a relação de controle.
  • O vínculo precisa ser societário: propriedade e administração conectadas.
  • Sem esse controle claramente comprovado, o caso tende a não se qualificar.

Se a sua joint venture não evidencia esse controle, pode ser mais prudente avaliar como a estrutura societária está montada. Vale verificar as diretrizes atualizadas na fonte oficial (USCIS) e analisar o desenho da operação com um especialista antes de peticionar.

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Requisito
Habilidade extraordinária
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Permitida (sem patrocinador)
Processo
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Victoria Harper

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Como jornalista e editora líder do Visto n’ Visa, Victoria contribui para que os temas de imigração sejam abordados de forma clara, confiável e fácil de entender. Seu foco é oferecer conteúdo útil, humano e relevante para pessoas que exploram novos caminhos no exterior.

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