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Cartas que dizem ‘ele é muito bom’ sem detalhes valem a pena no EB-1?

No EB-1, cartas genéricas que só dizem 'ele é muito bom' quase não ajudam. Veja por que recomendações detalhadas, com exemplos concretos, fazem diferença no seu dossiê.

Artigo escrito por

Victoria Harper

Editora-Chefe

Atualizado em 21/07/2026
1 min de leitura
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Pouco. No EB-1, uma carta de recomendação que apenas afirma que ‘ele é muito bom’, sem fundamentar, dificilmente tem o peso necessário. O que convence não é o elogio, e sim a evidência concreta por trás dele: o que você fez, como fez e por que isso teve importância.

A categoria de habilidade extraordinária espera cartas que descrevam realizações específicas e mostrem, com exemplos, como o seu trabalho se diferencia do de outros profissionais da área. Uma recomendação genérica ocupa espaço no dossiê sem reforçar o argumento e pode até enfraquecer a credibilidade do conjunto.

  • Prefira cartas que citem projetos, resultados e o seu papel neles.
  • Escolha autores que conheçam de perto a sua atuação e possam detalhá-la.
  • Use exemplos que evidenciem o seu impacto, não adjetivos soltos.

Em resumo, uma carta detalhada e bem estruturada vale muito mais do que várias cartas vagas. Ao montar esse material, verifique as orientações atualizadas do USCIS ou consulte um especialista.

Aprenda mais sobre o EB-1

Categoria
Green Card EB-1 (1ª prioridade)
Requisito
Habilidade extraordinária
Auto-petição
Permitida (sem patrocinador)
Processo
6-18 meses
Tudo sobre EB-1

Sobre o autor

Victoria Harper

Editora-Chefe

Conheça o autor

Como jornalista e editora líder do Visto n’ Visa, Victoria contribui para que os temas de imigração sejam abordados de forma clara, confiável e fácil de entender. Seu foco é oferecer conteúdo útil, humano e relevante para pessoas que exploram novos caminhos no exterior.

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