Para quem não tem uma estrutura de matriz e filial, o E-1 costuma ser um caminho mais viável que o L-1, justamente porque cada visto se apoia em bases diferentes.
O L-1 foi desenhado para transferências dentro de um mesmo grupo empresarial e pressupõe uma relação corporativa qualificada, em geral uma empresa no exterior ligada a uma unidade nos Estados Unidos (matriz, filial, subsidiária ou afiliada). Sem essa estrutura montada dos dois lados, cumprir os requisitos do L-1 tende a ser mais difícil.
O E-1 (Treaty Trader), por sua vez, é voltado a cidadãos de países que mantêm tratado de comércio com os Estados Unidos e se apoia na condução de um comércio substancial e contínuo entre os dois países. Ele não depende de uma rede de matriz e filial, o que pode ser uma vantagem para empreendedores cujo negócio gira em torno de importação, exportação e trocas comerciais internacionais.
- L-1: exige o vínculo corporativo entre empresas do mesmo grupo.
- E-1: exige comércio substancial entre países com tratado, sem depender de matriz e filial.
- A escolha depende do perfil e da atividade comercial do candidato.
Em resumo, sem uma estrutura de matriz e filial, o E-1 tende a ser mais acessível, mas a decisão certa depende do seu caso. Verifique os requisitos atualizados junto ao USCIS e busque orientação especializada antes de peticionar.
Aprenda mais sobre o E-2
- Tipo
- Não-imigrante
- Validade inicial
- 2-5 anos
- Extensão
- Ilimitada (2 anos/vez)
- Processo
- 1-4 meses
Sobre o autor
Victoria Harper
Editora-Chefe
Como jornalista e editora líder do Visto n’ Visa, Victoria contribui para que os temas de imigração sejam abordados de forma clara, confiável e fácil de entender. Seu foco é oferecer conteúdo útil, humano e relevante para pessoas que exploram novos caminhos no exterior.