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O E-1 depende do país de cidadania, não de residência?

O visto E-1 é concedido com base na cidadania do país que mantém tratado comercial com os EUA, e não na residência do requerente.

Artigo escrito por

Victoria Harper

Editora-Chefe

Atualizado em 24/01/2025
2 min de leitura
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Vamos começar contextualizando que o visto E-1 é uma opção para investidores e negociantes cujo país de cidadania mantém um tratado de comércio com os Estados Unidos. Esse visto permite que a pessoa que seja de um país qualificado possa entrar nos EUA para realizar atividades comerciais substanciais entre seu país de origem e os EUA.

Respondendo especificamente à dúvida: sim, o critério para o E-1 está relacionado à cidadania, e não à residência. Ou seja, o requerente deve ser cidadão de um país que possua um tratado de comércio com os Estados Unidos. A residência ou o local onde o indivíduo reside atualmente não altera essa exigência; o fator principal é a origem, ou seja, a nacionalidade com a qual se tem vínculo de cidadania.

É importante destacar que, ao buscar informações ou iniciar um processo envolvendo o visto E-1, deve-se sempre seguir as leis de imigração norte-americanas, consultando fontes oficiais ou profissionais especializados na área, para evitar cair em armadilhas ou promessas irreais de resultados rápidos. A conformidade com as leis vigentes e a análise criteriosa de todos os requisitos são fundamentais para um processo seguro e bem-sucedido.

Victoria Harper

Editora-Chefe

Conheça o autor

Como jornalista e editora líder do Visto n’ Visa, Victoria contribui para que os temas de imigração sejam abordados de forma clara, confiável e fácil de entender. Seu foco é oferecer conteúdo útil, humano e relevante para pessoas que exploram novos caminhos no exterior.

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