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O E-1 cobre startups no ramo de importação de software?

O visto E-1 pode contemplar startups de importação de software, desde que comprovem comércio substancial e contínuo entre os EUA e o país de origem do solicitante.

Artigo escrito por

Victoria Harper

Editora-Chefe

Atualizado em 30/06/2025
2 min de leitura
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O visto E-1 foi criado para facilitar a entrada nos Estados Unidos de indivíduos que desejam desenvolver negócios baseados em intenso comércio entre os EUA e o país de sua nacionalidade. Esse regime busca apoiar empresas que realizam trocas substanciais e contínuas de bens, serviços ou tecnologia – desde que a maior parte do comércio ocorra com o país com o qual há um tratado comercial. Isso vale tanto para empresas já estabelecidas quanto para startups, desde que os critérios relativos ao volume e à continuidade do comércio sejam atendidos. No caso específico de uma startup que atua na importação de software, em princípio, é possível que esse tipo de empreendimento se enquadre nos requisitos do visto E-1. Entretanto, é fundamental que seja demonstrado que a principal atividade comercial da empresa está fundamentada em trocas substanciais e regulares entre os Estados Unidos e o país de nacionalidade do solicitante. Por exemplo, se sua startup realiza transações significativas de importação – ou mesmo exportação – de software e esses negócios se configuram como uma parte essencial da estratégia comercial da empresa, poderá haver argumentos a favor do enquadramento desse negócio sob o visto E-1. Entretanto, é importante ter clareza sobre que cada caso possui particularidades que precisam ser analisadas com cuidado. Questões como a natureza intangível do software, a forma de comercialização e a dinâmica das transações podem influenciar na avaliação do comércio como “substancial” e “contínuo” segundo os padrões de imigração dos EUA. Dessa forma, recomenda-se cautela e a verificação minuciosa de todos os requisitos legais, para assegurar que as atividades da startup se alinhem exatamente com o que as autoridades de imigração exigem. Vale salientar a importância de seguir rigorosamente as leis de imigração dos Estados Unidos e de buscar a orientação de profissionais especializados – seja por meio de consultorias ou advogados que atuem na área. Essa prática evita riscos e a possibilidade de cair em armadilhas ou promessas infundadas de resultados rápidos, algo comum em campanhas de marketing que garantem aprovações simplistas. Cada situação é única e, portanto, uma análise detalhada do caso concreto é fundamental para identificar se o negócio se adequa plenamente às exigências do visto E-1.

Victoria Harper

Editora-Chefe

Conheça o autor

Como jornalista e editora líder do Visto n’ Visa, Victoria contribui para que os temas de imigração sejam abordados de forma clara, confiável e fácil de entender. Seu foco é oferecer conteúdo útil, humano e relevante para pessoas que exploram novos caminhos no exterior.

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